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7 de dezembro de 2015
a volta ao mundo em 80 jardins
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Flores
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Formas de cultivo
Monty Don, uma referência a explorar. Não conhecia.
Paula
20 de março de 2012
trabalhos de Março
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Formas de cultivo
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Sementeiras


Mais uma tentativa de plantar batatas numa caixa depois do fraco resultado do ano passado. Mas já vi que não fui só eu. Se desta vez não resultar de novo arrumo a ideia de lado e aproveito a caixa para outra cultura. Sei que agora alimento não será o problema.
Na estufa tudo corre pelo melhor. Vou fintando as formigas, que insistem em lá fazer ninho, com malagueta lá plantada. Mas ainda tenho muito trabalho pela frente a preparar o local para onde irão tantas plantinhas.
(♥) Paula
16 de março de 2012
o escuro de Outubro
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Sabedoria Popular

O escuro de Outubro, palavras ditas pela Ti Maria Arsénio - como pediu para ser chamada - ao explicar-nos quando tinha semeado o cebolo. Estas palavras ecoaram cá dentro - o escuro que há dentro de mim. O escuro de Outubro é a passagem da lua nova para quarto crescente; enquanto explicava fazia acompanhar-se de gestos largos, apontando o lado em que a lua nascia, cheia, e o outro, oposto, em que no céu, negro, nada se via a não ser o escuro de Outubro. A sua linguagem era tão expressiva que me transportou para outro tempo, para um tempo antigo em que o homem lia nos astros, no vento, no escuro a melhor altura para as sementeiras. E senti-me na noite apesar de ser dia.
A conversa desenrolou-se ao mesmo tempo que ia desbastando o cebolo para me dar alguns pés, enquanto eu e a Zília, que me levou a conhecer esta senhora de quase oitenta e um anos, íamos tirando alguma erva da pequena leira. Finalmente percebi a diferença entre cebolo e cebola. Dizia ela que o cebolo é o pai da cebola. O cebolo nasce da semente de cebola e quando pronto é transplantado para depois dar a cebola. Trouxe mais de cem pés, semeados no escuro de Outubro, e agora transplantados quase no escuro de Março, que deverá ser lá para dia vinte e três.
(♥) Paula
PS- Vou arranjar um gravador.
14 de janeiro de 2012
estufa - parte II
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[actualização de 13.01.12]
A lista de espécies semeadas em estufa aumentou
- alface (por engano pois não é fruto, é folha)
- abóbora-menina
- tomate variedade antiga de França, trazida pela Murielle (guardei a semente mas não etiquetei)
- malagueta redonda
- alho-francês
- beringela
- pimentos verdes (variedade de França, trazida pela Murielle)
13 de janeiro de 2012
a estufa - parte I
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Formas de cultivo






Na minha cabeça os projetos são sempre fáceis e rápidos de executar. Traço planos mentalmente - raras são as vezes em que os coloco em papel - e pronto, já está! Mas depois, com a mão na massa, as coisas complicam-se e vejo que afinal não é assim tão fácil ou tão rápido. Sou persistente [e teimosa :|] e normalmente, depois de alguns resmungos e desânimos, chego ao fim. E agora já posso andar em pé dentro da estufa!
Foi feita aproveitando bocados de tubo e fitas de rega velhos, engenho utilizado há muito pela gente da terra. Só comprei o plástico. Os tubos estão encaixados em tubos de esfregonas enterrados e espias de aço (era o que havia por aqui) e presos uns aos outros pelas fitas de rega; a parte traseira está fixada à empena da casa das ferramentas em quatro pontos com abraçadeiras de espigão (?).
A parte do plástico foi um pouco mais complicada de fazer, tenho sempre receio de cortar (plástico ou tecidos, se bem me entendem). Bom, cortei, cobri a estrutura e abracei os tubos do topo com o plástico, posteriormente presos com o auxilio de um agrafador industrial. Depois, cortei o plástico para os topos e voltei a abraçar os tubos com ele, novamente com agrafos. A base do plástico, do lado de fora e depois de bem esticado, fica enterrado na terra.
Os potes de barro - wetpots - serão o sistema de rega utilizado, técnica da qual já falei aqui. Também podem consultar o Instituto de Permacultura da Austrália onde este sistema de rega ancestral está muito bem explicado (em inglês).
Num dos estudos que referem, potes com capacidade de cinco litros irrigam um diâmetro de vinte cinco centímetros. Na estufa verifiquei que, após estarem enterrados e cheios de água, a dispersão é lenta e ao fim de dois dias estava ainda a escassos centímetros do pote. Isto pode dever-se ao substrato de germinação que utilizei. Vamos observar...
21 de novembro de 2011
de novembro
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Temos estado sem acesso à internet e isso até traz alumas vantagens, embora me custe. O trabalho tem sido muito: preparar a terra, semear azevém, tremocilha e favas; fazer pequenos viveiros de alho francês, alface, coentros; começar a vala grande, em curva de nível, a partir da qual iremos desenhar a futura horta e desta vez de forma permanente - a caminho de uma pequena floresta comestível. Plantámos ainda sete citrinos, dos quais quatro laranjeiras Lane Late, do Algarve, e ainda faltam dezassete, entre árvores de fruto e de bosque. Já temos o sistema de drenagem das águas cinzentas a funcionar em pleno. Entre pensar, planear e instalar demorei cerca de quatro meses. Mas está pronto!
O tempo sem internet, situação que de alguma forma se mantém, foi passado entre plantar nuns chinelos velhos hortelã chocolate, ideia não original pois já me cruzei, entretanto, com uma imagem semelhante; encontros regulares com uma aranha-dos jardins que insiste em fazer a sua teia na casa de banho; uma parcela da horta, que tivemos de limpar de escalrracho, para preparar novas camas (♥) de morangos, alfaces, ervilhas e as favas brancas; e cestos da horta de Novembro, os últimos desta temporada que chegou ao fim. Muito mais tinha para contar mas, quando não venho aqui com regularidade, torna-se difícil contar numa hora o que se passou em vários dias, semanas...
(♥) Das leituras que tenho andado a fazer sobre agricultura biodinâmica aprendi que se pode colocar o composto ou estrume num rego entre as culturas, não junto às raízes como estamos habituados. O objectivo é "ensinar" as plantas a procurarem o seu alimento conseguindo assim, através da colheita de sementes nas gerações sucessivas, plantas mais robustas. Aqui já fazemos isso com a rega: pouca água não directamente nas raízes. Este verão reguei a culturas uma vez por semana, duas só quando fez mesmo muito calor.
2 de novembro de 2011
sementeiras de Outono
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Tratar a terra

Frutos☌(01/11)
Desta vez tivemos de limpar uma boa parte do terreno, não podia ser de outra forma. A terra está coberta de escalracho - Panicum repens, a espécie que temos mais aqui - formando uma rede quase impenetrável onde será difícil alguma coisa nascer bem. Forma pilhas e pilhas de erva e muita ficou ainda bem fundo na terra. Um trabalho que deveria ter sido feito durante o Verão para que a erva secasse por completo. Embora seja uma erva com propriedades medicinais, os gatos e os cães usam-na para purgar, quando encontra as condições ideais para se desenvolver ninguém a pára. Este será um trabalho a continuar até conseguirmos recuperar o solo, deixando esta erva de nascer por já não encontrar as condições propicias para tal.
Semeámos favas a lanço misturadas com tremocilha e ervilhas com maravilhas, intercaladas com faixas de tremocilha. Mexer o solo perturba sempre a vida que há nele. Numa das imagens o que presumo serem ovos de caracol e um milípede.
17 de setembro de 2011
num curto passeio pela horta
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Sementes



18 e 19 de Setembro
Frutos☌
Dias bons para colher frutos, legumes e sementes.
Sementes de:
- cenoura, não sei (???) se não terá cruzado com cenoura brava
- girassol, de 14 pés semeados ao 'acaso', que enchem dois frascos comuns de grão
- cravos túnicos
e folhas de alfazema, a secar, e mais pétalas de flores de maravilha para fazer novo óleo, um pouco mais forte.
Os habitantes da horta acho que pertencem à família dos Pentatomidae, que adoram sementes, principalmente de maravilhas. Diz-me a experiência que, quando os vemos, é sinal de que as sementes estão prontas a colher.
14 de agosto de 2011
a pele da terra
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Desorientação total. Fico assim quando quero controlar tudo e percebo que não controlo nada. A horta cheia de erva; os dias de plantação a correrem, no calendário, e as sementes a não irem para a terra; preparar a casa de banho para o inverno, algo que tem corrido mal pois cada coisa que decido empreender me leva a um beco sem saída. Pessoas a irem e a virem, querer estar com elas e tudo isto a rodar na minha cabeça. Decidi parar e começar pelo que, no fim, me corre sempre pelo melhor: a horta.
raízes ❢
(calendário biodinâmico)
Plantei umas podas de batata doce numa das camas dos feijões, como costumam fazer aqui com a batata vulgar. Já vai tarde para esta cultura mas espero que resulte. Se até espinafre selvagem me nasceu em pleno Verão... ":)
Limpei quatro camas, caminhos - que tapei com cartão - e plantei as podas de batata, já muito raquíticas pelo tempo que esperaram por terra. A batata doce costuma ser plantada em Maio, estamos em Agosto - a sorte é dos audazes ":) - mas também só chegaram há duas semanas.
A única flor de Luffa das quatro plantas que me deram. Transplantadas em Maio acho que já deveriam ter fruto e não flor. Não sei o que será ??! Por fim, nabos e rabanetes em viveiro. Os nabos, a variedade que semeámos - nabo de Milão - pode semear-se durante o mês de Agosto e Setembro.
Mas o mais importante foi perceber que o solo não me parece estar a recuperar, muito pelo contrário. Falta-lhe matéria orgânica, húmus, pele. Para isso precisa de mais sombras; cobrir o solo ajuda mas não é suficiente. Já tenho planos para Outubro, com o desenho de uma nova horta, e se tudo correr como espero na Primavera as mudanças já serão visíveis.
Ah, e ali ao fundo, do lado direito (primeira foto), muito altos, os tupinambos. Lindos!
10 de agosto de 2011
"O homem que plantava árvores"
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etc
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Formas de cultivo

(...) Antes de partir, molhou num balde de água o saquinho que continha as bolotas que tão cuidadosamente tinha escolhido e contado. Notei que, em vez de um cajado, o pastor levava na mão um varão de ferro da espessura de um polegar e com metro e meio de altura. (...) O seu destino ficava uns duzentos metros mais acima. Tendo chegado onde queria, começou a espetar o varão de ferro na terra. Fazia um buraco onde punha uma bolota, que depois tapava com terra. Ele estava a plantar carvalhos! Perguntei-lhe se o terreno era dele. Respondeu-me que não. Se sabia a quem pertencia? Não sabia. Para ele, era terreno comunitário, ou talvez fosse alguém que não se importava com ele. Para ele não era fundamental saber a quem pertencia a terra. Com todo o cuidado, semeou as suas cem bolotas. (...)
Ele levava o seu plano avante, como era evidente pelas faias que me chegavam aos ombros e se estendiam até onde a vista podia alcançar. Os carvalhos estavam robustos e tinham ultrapassado a idade em que estavam à mercê dos roedores. (...)
(...) Foi a mais formidável reacção em cadeia que jamais presenciei. Era preciso recuar até tempos muito antigos para se ver água a correr por estes riachos. (...) O vento também fazia a sua parte, ajudando a espalhar as sementes, pelo que, ao mesmo tempo que reaparecia a água reapareciam os salgueiros, os vimes, os prados, os jardins, as flores e uma certa razão de viver. (...)
in O homem que plantava árvores, de Jean Giono, 2010, Far Far Away Books
pág 13, 20, 21 e 22
baseado no texto original
"L´homme qui plantai des arbres" de Jean Giono, 1980, Editions Gallimard
Uma história que se lê em trinta minutos. Para quem tem filhos, uma história que se lê em três noites. As ilustrações, de Vanessa Capela, são lindas e inspiradoras. Neste livro não são precisas etiquetas - agricultura biológica, permacultura, ecologia - só alma. Adorei!
13 de maio de 2011
3 dias de ausência
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Depois de três dias de ausência forçada, eu e todos nós que temos conta no blogger. Não pagar também tem desvantagens. Embora faça backup's regulares do blog esta situação levou-me a repensar um pouco o único suporte que utilizo para escrever este diário; parece-me que vou voltar ao antigo diário em papel ou talvez a outro tipo de suporte digital. A informação que aqui partilho é preciosa para o meu trabalho. Logo hoje que tinha o dia livre para poder estar aqui tranquila!
10,11 e 12 de Maio - Folhas ❧, segundo o calendário biodinâmico
Os trabalhos na horta têm continuado, seguindo o tal calendário, e os três dias que passaram foram para semear e plantar legumes de folha Alfaces plantadas; rúcula, duas variedades de alface, coentros, manjericão, salsa e aipo semeados. As etiquetas agora utilizadas foram feitas de restos de persianas metálicas, escritas com caneta de tinta resistente à água.
A horta está bonita, com quase tudo a crescer em grande força., embora o calor que tem feito requeira maior atenção nas regas. Numa distracção as pequenas plantinhas podem desaparecer. Aconteceu-me com algumas couves e com uma luffa ( e só tinha duas!! ":(( )
Amanhã irão para a terra mais cebolas e alguns nabos da leira. Entretanto, andamos a construir um telheiro e brevemente mostrarei o andamento dos trabalhos. A caminho da horta suspensa ... ":))
❀ ❀ ❀
Paula
7 de maio de 2011
mais horta
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Quando regressei das Sobreiras Altas, no outro dia, tinha uma bela surpresa à minha espera. O Rogério tinha feito três camas na horta. Muito bem feitas, a terra toda coberta com cartão e... com palha!! Uau!! Mesmo cansada ainda fomos fazer as transplantações do viveiro. Normalmente, Abril e Maio são meses de algum stress por causa das sementeiras. O tempo urge, sempre, numa corrida para conseguir semear tudo na altura certa. Este ano o stress aumentou porque começámos a experimentar o calendário biodinâmico. Dias específicos para frutos, legumes, flores... A nossa base de trabalho é o The Gardners Calendar.
Basicamente é um calendário lunar, no qual são utilizados os doze signos do Zodíaco como método de posicionamento da lua para uma plantação mais precisa. Para além dos signos, Vénus e Saturno que desempenham igualmente um papel importante para os dias de plantação.
3 e 4 de Maio
Frutos☌
transplantámos tomate, abóbora hokaido, meloa, melancia do viveiro e semeámos novamente feijão rasteiro de vinhais (para cobrir as falhas causadas pelos caracóis) e milho.
5 e 6 de Maio
Raízes ❢
semeámos cenouras, junto das cebolas e rabanetes em canteiro.
Hoje e amanhã, 7 e 8 de Maio
Flores ❀
mostarda branca, girassol, maravilhas e flores que trouxe das Sobreiras Altas.
Inspirada nesta imagem mudei um dos compostores da casa de banho seca. Ficará à sombra do kiwi quando este estiver plenamente desenvolvido. Armei uma estrutura temporária de modo a direccioná-lo para o sitio que pretendo. Ainda não vos tinha dito mas o resultado deste compostor, ao fim de seis meses, foi uma quantidade de composto suficiente para estrumar uma laranjeira adulta, uma jovem clementina, tangerineira, ameixeira, damasqueiro e um chorão adulto.
Nada mau, hã? ":O)





Quando regressei das Sobreiras Altas, no outro dia, tinha uma bela surpresa à minha espera. O Rogério tinha feito três camas na horta. Muito bem feitas, a terra toda coberta com cartão e... com palha!! Uau!! Mesmo cansada ainda fomos fazer as transplantações do viveiro. Normalmente, Abril e Maio são meses de algum stress por causa das sementeiras. O tempo urge, sempre, numa corrida para conseguir semear tudo na altura certa. Este ano o stress aumentou porque começámos a experimentar o calendário biodinâmico. Dias específicos para frutos, legumes, flores... A nossa base de trabalho é o The Gardners Calendar.
Basicamente é um calendário lunar, no qual são utilizados os doze signos do Zodíaco como método de posicionamento da lua para uma plantação mais precisa. Para além dos signos, Vénus e Saturno que desempenham igualmente um papel importante para os dias de plantação.
3 e 4 de Maio
Frutos☌
transplantámos tomate, abóbora hokaido, meloa, melancia do viveiro e semeámos novamente feijão rasteiro de vinhais (para cobrir as falhas causadas pelos caracóis) e milho.
5 e 6 de Maio
Raízes ❢
semeámos cenouras, junto das cebolas e rabanetes em canteiro.
Hoje e amanhã, 7 e 8 de Maio
Flores ❀
mostarda branca, girassol, maravilhas e flores que trouxe das Sobreiras Altas.
Inspirada nesta imagem mudei um dos compostores da casa de banho seca. Ficará à sombra do kiwi quando este estiver plenamente desenvolvido. Armei uma estrutura temporária de modo a direccioná-lo para o sitio que pretendo. Ainda não vos tinha dito mas o resultado deste compostor, ao fim de seis meses, foi uma quantidade de composto suficiente para estrumar uma laranjeira adulta, uma jovem clementina, tangerineira, ameixeira, damasqueiro e um chorão adulto.
Nada mau, hã? ":O)
6 de maio de 2011
work in progress II detalhado
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Formas de cultivo

clique nas imagens para ampliar
[actualização de 20.04.2011]
Como prometido aqui fica o processo de criação de parte do primeiro sector da horta. São três sectores em 600m2 de terra mas só dois deles vão estar em produção. O outro, onde semeámos o milho e as abóboras no ano passado, fica em pousio.
Da esquerda para a direita: de um monte de estrume se fizeram as camas, depois de coberto o solo com cartão. Algumas plantas, como as couves, ficaram e estão agora a dar semente. A ideia da estrutura para o feijão trepador surgiu depois de ver esta pequena horta, tanto em tão pouco espaço. Linda! De um lado temos feijoca, um feijão trepador que durante sete anos volta sempre a nascer sem o plantarmos; do outro lado feijão trepador raiado.
Depois do cartão e do estrume, cobrimos tudo com palha e só depois plantamos. Os garrafões ajudam as pequenas plantinhas a sobreviverem ao ataque dos caracóis e protegem-nas de alguma geada que ainda possa cair. A rama das laranjeiras, depois de as abrirmos, ficou no chão como mulch. Hoje estive a colocar cartão por baixo para que não nasça tanta erva. O plástico preto que se vê vai cobrindo zonas que ainda não estão semeadas funcionando como uma espécie de monda térmica. Sei que tenho um estudo sobre isso algures no computador mas agora não consigo encontrar.
Por fim, o lugar das alfaces, beringelas e mais feijão trepador, outra variedade. Aqui a estrutura de suporte é mais convencional, feita com canas. Dá alguma sombra às alfaces conforme o movimento do sol; umas apanham mais sol de manhã e outras mais à tarde.
20 de abril de 2011
work in progress II
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Não, não fiquei perdida na Serra de Grândola nem tão pouco derreada por percorrer 20km ":O). Nem sequer à caminhada consegui ir, com muita pena pois acho que iria conhecer alguns lugares preciosos. Os trabalhos na horta têm tomado a maior parte do tempo, primeiro numa" corrida em quarto crescente" para algumas culturas e agora numa "corrida em quarto minguante" para outras; procuramos seguir, quando possível, o calendário biodinâmico ou, não sendo possível, os ciclos da lua. Depois dum monte de estrume caldeado - com terra à mistura - quase no fim e 5 dias de trabalho, metade do primeiro sector já ficou pronto e parcialmente semeado. Nos próximos posts vou detalhar cada uma das imagens, explicando o que fizemos e o que plantámos.
11 de março de 2011
ervilha torta
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Hortícolas
7 de fevereiro de 2011
45 kg de batatas?
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[actualização de 10.11.10]
Este foi o parco resultado de fazer crescer 45 kg de batatas em 0,37m2, pouco mais de 1kg. Ficamos sem saber se o método efectivamente resulta porque, na nossa opinião, a terra utilizada (supostamente estrume de minhoca) não é indicado para germinações. Tudo o que temos semeado com terra não germina e as batatas também não se deram muito bem. Foram colhidas no passado mês de Janeiro e já passaram pelo tacho, macias e saborosas. Em Agosto voltamos a tentar.
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