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19 de maio de 2011

flores de Maio na horta







[actualização de 25.04.11]
No final de Março foram feitas as primeiras sementeiras, em viveiro, e quase dois meses mais tarde começamos a ver as primeiras flores. De cima para baixo: feijão de trepar (Phaseolus coccineus), tomateiros que escolheram nascer nos canteiros de mirtilos,  feijão de sequeiro trazido de Vinhais em 2008 (continuo sem saber a designação desta qualidade mas já vai para a terceira geração, aqui na horta), uma abóbora que também quis nascer nos ditos canteiros, flor de chicória, de várias que igualmente nasceram sozinhas junto de uma das laranjeiras e por fim os pepinos, sobreviventes aos ataques de caracóis, graças à protecção com garrafões de plástico.

25 de abril de 2011

da horta




[Actualização de 28.03.11]
Após várias soluções ineficazes para evitar os caracóis consegui uma que os impede de comerem as plantinhas do viveiro. Cobri os tabuleiros de sementeira com uma gaze fina, que se utiliza na protecção de pequenas árvores, e enterrei-a de forma a não deixar entrada nenhuma. Foi remédio santo, nem uma planta sequer trincada. Esta cobertura permite a entrada de luz, de humidade e mantém uma boa temperatura facilitando a germinação.

Tudo nasceu excepto os pimentos, de origem algo duvidosa. Até os tamarilhos, que eu pensei já não germinarem, despontaram agora - levaram quase um mês para nascer. Prontas para irem para a terra abóboras hokaido, courgetes, meloas e melancias.

Mas as surpresas continuam! O kiwi está lindo, depois de o desembaraçarmos da vedação e de encaminharmos os ramos para começarem a trepar; o funcho também, brilhando de verde, filho duma destas plantas semeadas nesta altura.

9 de abril de 2011

work in progress




[actualização de 28.03.11] Os marcadores para os viveiros funcionaram a 100%! Com chuva e com rega continuam firmes a cumprir a sua função: lembrar-me o que plantei e onde. As paletes também nos têm surpreendido pela positiva, nas infinitas possibilidades em aproveitamento de espaço que proporcionam. Nelas coloquei os tabuleiros, sobre os canteiros já criados, para fugir aos caracóis. Apesar da sua voracidade, temos nascidas plantinhas de abóbora hokaido, beterrabas, três variedades de tomate, alcachofra, melancia, meloa, segurelha, manjerona, nabos, couve-chinesa, couve portuguesa, alfaces e feijoca. Já estamos a preparar as camas para as transplantações e nos próximos dias vamos semear feijão rasteiro de diferentes variedades.

Ah, e já me esquecia de dizer que talvez iremos semear, pela primeira vez, chicharos (Lathyrus sativus), para experimentar e preservar semente.

27 de março de 2011

mirtilos e morangos




[actualização de 26.02.2011]
A vedação feita com paletes de madeira, em zig-zag, proporciona canteiros versáteis e muito úteis. Os mirtilos ficaram em dois deles juntamente com alguns pés de morango. Ambos gostam de solos com boa drenagem, ricos em matéria orgânica e ligeiramente ácidos -  colocámos mulch de casca de pinheiro. Estão virados a Sul para receberem o maior número de horas de sol na companhia de um pé de tomateiro que por lá nasceu.

25 de março de 2011

as ervillhas tortas e a primavera


[actualização de 11.03.2011]
Todos me disseram já não ser tempo de semear ervilha, mas a Primavera opera milagres. Até agora não nos temos dado bem a semeá-la no Outono e não faço ideia se iremos ter colheita. Experimentar faz parte dos trabalhos da horta. É certo que estas são ervilhas tortas - comem-se com casca - diferentes da ervilha comum (com as quais também não temos tido muito sucesso) mas vamos esperar que a sorte mude. Desde 2008 que semeamos, sempre no Outono, e os resultados têm ficado muito aquém das nossas expectativas.

11 de março de 2011

ervilha torta


Ervilhas germinadas em três dias.

Chegou a hora de preparar a terra para as ervilhas tortas. Neste momento não temos nenhuma cama pronta e decidimos fazer um canteiro para as semear.

17 de fevereiro de 2011

mostarda branca


[actualização de 18.06.10]
Esta é já a 4ª geração de mostarda branca, Brassica hirta, semeada pela primeira vez 2007. Tem nascido "espontânea" em algumas partes do terreno. Digo espontânea mas efectivamente nasce por sementes que ficam na terra, depois da sua recolha. Quando preparo as sementes para guardar também caem algumas na terra e eventualmente darão novas plantas.

Reforçamos assim o propósito primordial do Trumbuctu: a preservação e continuidade de sementes biológicas e adaptadas a esta região do sul de Portugal.

7 de fevereiro de 2011

45 kg de batatas?


[actualização de 10.11.10]
Este foi o parco resultado de fazer crescer 45 kg de batatas em 0,37m2, pouco mais de 1kg. Ficamos sem saber se o método efectivamente resulta porque, na nossa opinião, a terra utilizada (supostamente estrume de minhoca) não é indicado para germinações. Tudo o que temos semeado com terra não germina e as batatas também não se deram muito bem. Foram colhidas no passado mês de Janeiro e já passaram pelo tacho, macias e saborosas. Em Agosto voltamos a tentar.

9 de janeiro de 2011

fava branca


O tempo não tem ajudado muito nos trabalhos da horta. Muita chuva, os campos encharcados, ficando pouca margem para os trabalhos no exterior. As favas brancas semeámos no final de Dezembro e ainda queria ter semeado mais ervilhas mas já não tenho sementes. Ficaram as favas com as cenouras junto delas. Para quem não semeou ainda vai a tempo. Das favas pretas só temos a flor e as ervilhas são quase todas ervilhas francesas. Mais um "mistério"(!?) pois ia jurar que eram sementes de ervilha comum.

20 de outubro de 2010

cores da horta


Cores e formas da horta. Lindas!
Este ano consegui arranjar a espécie de cabaça Lagenaria siceraria para semear no ano que vem. Na imagem são as que estão no meio; a amarela do lado direito é uma Curcubita pepo e a da frente uma abóbora Hokaido.

13 de outubro de 2010

outro cesto da horta


O cesto da horta entregue esta semana: couve de caldo verde, acelga, couve chinesa, tomate cereja, dióspiros; de aromáticas foram Erva príncipe, Malva, Funcho e Manjericão; um ramo de flores e marmelada caseira. A horta vai entrar agora em período de 'repouso' até virem as favas, as ervilhas, os tupinambos, as alfaces... a natureza tem o seu tempo e é necessário saber esperar.

25 de setembro de 2010

de um pé de couve


De um pé de couve podem retirar-se outros que entretanto foram nascendo, na base do talo principal. Cortam-se com a mão pela base e ...

21 de setembro de 2010

o cesto do Trumbuctu


Uma vez por outra, quando a terra se mostra mais generosa, vendemos o que cultivamos a amigos e conhecidos. Uma mão cheia de coisas boas a que chamamos 'O cesto do Trumbuctu'.

20 de setembro de 2010

depois do milho, as abóboras


Depois do milho ficaram as abóboras; do feijão restam algumas flores mas de vagem nada. As "três irmãs" não tiveram aqui muito sucesso. Diz-me agora esta experiência que as abóboras gostam de se espraiar livremente pelo terreno, arenoso, e funcionam como uma óptima cobertura de solo.

19 de setembro de 2010

como grelar batatas e plantá-las numa caixa


Lembram-se do primeiro compostor que fizemos na horta? Quem nos segue desde o início de certo que sim. Ainda não sabíamos que se podiam fazê-los mais simples, funcionais e económicos com paletes de carga. Bom, para não deitar trabalho fora nem o que se gastou com ele decidi fazer a tal caixa de batatas.

8 de setembro de 2010

da horta


Tomates, três variedades (cereja, pêra e outra que não sei o nome), manjericão, funcho, abóboras e couves. Como não sou muito apreciadora de couves, pelo menos só cozidas, ontem fiz um prato especial: rolinhos de tofu. Depois de cozinhado - em cebola, coentros, alho e tomate- pica-se e enrola-se nas folhas de couve previamente cozidas. Um fio de azeite por cima, e mais alho para quem goste, acompanhado de arroz basmati e salada de tomate com oregãos. Uma delícia.

30 de julho de 2010

maçarocas


[actualização de 27.07.10]
Colhemos ontem uma boa quantidade de maçarocas. O milho foi realmente a cultura mais bonita da horta. Debulhámos para cozer e congelar mas tradicionalmente secam-se ao sol, na eira, antes da debulha. As maçarocas que vão ficar para semente é assim que deixaremos secar.

A história do milho rei, até agora, não foi bem contada: as barbas negras serem prenúncio do tal "rei" ainda não se confirmou.

4 de julho de 2010

feijão azuki


[actualização de 28.04.10]
Quando semeámos o feijão azuki não sabia que era de tipo rasteiro. Sempre pensei que fosse trepador e ficou até junto ao muro para ter suporte onde se agarrar. Junto dele semeámos cenouras que, ao crescerem tão bem, o abafam e impedem de melhor se desenvolver. Mas ele aí está, de vagem fina e pequena guardando uma semente com propriedades medicinais. Uma leguminosa  muito completa e de alto valor nutricional.