27 de maio de 2009
Framboeseiros
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Arbustos

Foram 3 plantados pela E., num recanto sossegado, com meia sombra e rodeadas por tomilho, poejo, alfazema, arruda, alecrim, capuchinhos e uma passiflora.. Estão lindos e com um aspecto muito viçoso mas iriam enredar-se com a passiflora, que por sua vez também está linda. Entretanto vi, em casa da Z., framboeseiros mas plantados em grandes alguidares, lindos, e pareceu-me uma boa ideia; faz-se melhor o controlo da planta, tanto em crescimento como com pragas. Tudo para que ficassem no mesmo local mas com mais espaço, pois acho sempre preferível deixar que as plantas cresçam naturalmente.
Transplantámos os 3 para vasos grandes, mantendo-os sensivelmente no mesmo local, com estrume de cavalo e alguns pés de tomilhos e poejo. Pareceu-me, pelo aspecto que apresentam, uma boa "consociação". Sei que noutros sítios estão agora a vir os primeiros frutos, por isso a altura para transplante deve ser no Outono. Espero não ter feito asneira, de framboesas não percebo nada.
26 de maio de 2009
ameixieira
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Árvores de Fruto

Na imagem está um tronco de ameixieira. Não sei o que serão as protuberâncias que se vêem. Cancro bacteriano?? Do que já li, pouco me ajudou a deslindar e são poucas as imagens encontradas para poder comparar com certezas.
Estas massas, de cor acastanhada, são compactas, duras e bem fixadas ao tronco mas arrancam-se com relativa facilidade, com auxílio de um objecto com "lâmina".
Alguém sabe o que possa ser?
24 de maio de 2009
Carvalho Longo
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Formas de cultivo
Imaginem um percurso. A sequência das imagens corresponde aos vários locais que vão observando. O resto deixo ao critério da vossa imaginação.








O que senti, desde o momento em nos sentámos à sombra duma enorme nespereira até que nos voltámos a sentar sob a mesma sombra, não consigo explicar por palavras. Tudo flui, mesmo depois de termos deixado a quinta, e a sensação que permanece é: tudo é possível na vida. Foi muito especial. Agradeço a E. ter-me proporcionado a visita e a M. e G. terem criado um lugar assim, permitido que tirasse fotografias, que as partilhasse aqui e tudo o que aprendi.
Um lugar assim e, mais do que um lugar, uma outra forma de se estar vivo guarda-se no coração como uma luz irradiante.








O que senti, desde o momento em nos sentámos à sombra duma enorme nespereira até que nos voltámos a sentar sob a mesma sombra, não consigo explicar por palavras. Tudo flui, mesmo depois de termos deixado a quinta, e a sensação que permanece é: tudo é possível na vida. Foi muito especial. Agradeço a E. ter-me proporcionado a visita e a M. e G. terem criado um lugar assim, permitido que tirasse fotografias, que as partilhasse aqui e tudo o que aprendi.
Um lugar assim e, mais do que um lugar, uma outra forma de se estar vivo guarda-se no coração como uma luz irradiante.
23 de maio de 2009
Outras hortas
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Formas de cultivo


Agradeço a M. e B., e a E. que mos apresentou, o privilégio de ter conhecido a quinta deles e assim conhecer um projecto de vida e de horta muito perto, se não mesmo lá, de Permacultura.
Estão muitas outras coisas plantadas na horta além do assinalado, mas o mais importante é a visão global - uma desordem ordenada, a diversidade como grande aliado na prevenção de pragas, uma amor imenso pela natureza e pela vida.
21 de maio de 2009
Armar ervilhas
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Formas de cultivo

Ontem visitei uma quinta linda. De construção muito curiosa, por dentro repleta de recantos e "labirintos", por fora circula-se à volta da casa. Sempre gostei de casas em que se pode entrar por um lado e sair por outro, ou outros neste caso, cheia de mistério, pelo menos na minha imaginação.
Conheci a horta, ou melhor as hortas. Aqui os terrenos são em socalcos e as hortas feitas nesses socalcos. Normalmente a casa é no cimo e depois vamos descendo, pelas hortas e vinhas, até ao rio. Aprendi uma nova forma de armar ervilhas que só precisa de canas e que faz uma vedação muito bonita. São 2 linhas de ervilhas, as canas ficam por fora e nos extremos, no meio não nasce erva. O tipo de ervilha também não conhecia, cor púrpura.
19 de maio de 2009
Mondego
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Ambiente

Estou num dos lugares que considero mais preciosos, o Vale do Mondego. Maravilhada com tanta diversidade biológica, tão diferente da que existe lá em baixo, irei, se o tempo me permitir, colocando aqui o que encontre pelo caminho.
Aproveito para referir a realização de um Curso de Permacultura, na Quinta da Cabeça do Mato, entre 27 de Junho e 5 de Julho.
13 de maio de 2009
Lapas
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Pragas

Lapas, como se chamam por aqui, julgo serem um tipo de cochonilha. Até gosto da representação gráfica do nome - cochonilha - mas não da sonoridade, já do que fazem à plantas muito menos. Agora, do outro lado da horta andamos a descobrir muitas coisas, como estes pequenos seres que sugam as plantas até à morte. Poderia chamar "cochonilha" a muita gente com quem me cruzo (desabafo).
A sebe onde se alojou está quase toda coberta delas. Podou-se e já coloquei rega, há muito tinha deixado de ter e nos próximos dias vou experimentar um tratamento com sabão, tabaco e óleo mineral. Pensei em adubar mas a E. disse-me quando as plantas estão atacadas por pragas
pode ser contraproducente, o que faz sentido, primeiro trata-se e depois alimenta-se.
Esmaguei uma sem querer e a cor que liberta é um carmim muito bonito.
12 de maio de 2009
Alforra
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Doenças

Assim chamada por aqui a ferrugem do alho (Puccinia allii ou Puccinia porri), um fungo que ataca as folhas do alho, acelera a maturação dos bolbos e origina fraco crescimento. Nas folhas surgem pequenas pústulas, de coloração inicialmente amarela e que evolui para castanho, onde se formam os esporos; ao passar os dedos nas folhas estes ficam com um pó cor de ferrugem. Surge normalmente na Primavera e plantações densas, excesso de matéria orgânica e nitrogénio, bem como a carência de potássio, aumentam o risco de infecção.
Aqui não sei. Ou foi um ar que lhes deu ou falta de potássio. Para alhos foi um ano mau.
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