23 de novembro de 2009

tremocilha e ervilhaca germinadas


[Actualização de 15.11.09] Ainda a propósito de germinações, a tremocilha já começou a nascer. A ervilhaca ainda está em processo de germinação, começa agora a rebentar. A pouca chuva que caiu ajudou juntamente com o orvalho da noite. Ainda assim vamos regando à mangueira uma vez por semana, dica do Sr. Abel, para a ajudar, nesta primeira fase, a agarrar-se à terra.
Feitas as contas foram precisas cerca de três semanas para nascer a tremocilha e talvez quatro, ainda a caminho, para a ervilhaca, em condições pouco favoráveis. Para ser cortada um pouco antes de florir, lá para Março próximo.

22 de novembro de 2009

Sementes em viveiro germinadas


[Actualização de 16.11.09] De cima para baixo e da esquerda para a direita:
Rúcula, chicória, alface, cebola, alho-francês e alface cordeira. Semeadas em 16 de Novembro, as sementes levaram 3 dias a germinar. Boas condições de humidade, temperatura e o facto de terem sido semeadas em composto talvez tenham contribuído para tanta vontade de nascer.

À espera delas estão as camas já preparadas com estrume, como aprendi no Permaculture Design Course, na Quinta Cabeça do Mato e tapadas para não nascer erva, como vi na Quinta do Carvalho Longo.

350 azinheiras


Esta iniciativa da Quercus realizou-se na Herdade das Sesmarias dos Nobres, perto de Grândola. Plantámos 350 azinheiras - Quercus rotundifolia; os sobreiros - Quercus suber - e os adernos-bastardo - Rhamnus alaternus - tiveram de esperar por melhor tempo para se agarrarem à terra. O solo está difícil de ser trabalhado e a pedir água, muita água. As pequenas árvores lá ficaram à espera de chuva e nós à espera que elas resistam.

Nas plantações...

O grupo...

20 de novembro de 2009

Sapo comum


Este é literalmente o habitante da horta. Cruzo-me com ele sempre que, já de noite, vou até à horta. Primeiro ouço um restolhar, depois baixo a lanterna e ele imobiliza-se. Hoje consegui fotografá-lo com a ajuda de J.

Pela horta andam muitas rãs também. Penso que isso se deve à terra estar quase toda palhada, conservando assim muita humidade. Com o orvalho que tem caído nem tem sido necessário regar.

Se quiserem saber mais informação sobre o sapo comum espreitem aqui.

Ao Encontro da Semente 2009


Detalhes e programa aqui.
Quem estiver por perto não perca porque vale mesmo a pena!

19 de novembro de 2009

Espinafre bravo


Espinafre bravo
Transplantámos alguns pés, trazidos do quintal de uma vizinha e onde se criam por si. Foi na Primavera passada, pela segunda vez, e parecia que não iriam sobreviver, de novo, mas afinal estão lindos e já a cobrir uma parte do solo; alguns pés foram nascer um pouco mais acima, sozinhos. São excelentes como cobertura de solo, só precisam de alguma humidade e sombra parcial.

Aqui, por exemplo, parecem gostar das caleiras das árvores, na foto uma nespereira, e também da proximidade da rúcula. Não será necessário semear espinafre outra vez. A planta deixa cair as sementes na terra, depois da floração, avançando por onde encontra água ou humidade.

Nota- Todo o espinafre que semeámos até hoje nunca vingou.

18 de novembro de 2009

Gorgulho na fava

composto


Na zona que protegemos com a vedação natural e onde está o viveiro semeámos várias coisas em pequenas leiras: coentros, rúcula, nabiça e nabos. Vamos colocando camadas de estrume, cartão e palha, por esta ordem. Depois quando queremos semear alguma coisa afastamos a palha, espalhamos uma camada de composto, semeamos e voltamos a cobrir com a palha. Na foto estão os coentros e foi assim para tudo o resto.

Aqui está um bom artigo sobre como preservar a saúde dos solos e ter plantas mais saudáveis.

17 de novembro de 2009

Abate dos pinheiros


Toda a área que vai do pinheiro manso, em primeiro plano na imagem, até aos pinheiros bravos que se vêem ao fundo era pinhal. A zona de abate é grande, calculo que seja de algumas dezenas de hectares. A vida selvagem está a desaparecer, por perda de habitat, principalmente a fauna como as corujas e cucos que quase já não se ouvem, rolas bravas, coelhos, raposas... muito triste.