29 de junho de 2010

sapo de unha negra


Pelobates cultripes

Graças à ajuda do Vasco Flores Cruz, autor do blogue Anfíbios & Répteis de Portugal, foi possível identificar este habitante do "lago", trata-se de um sapo de unha negra (Pelobates cultripes). Vi várias imagens mas algumas diferem tanto entre si que fiquei com dúvidas, além de não ser entendida no assunto.

Mais informação aqui, aqui e aqui.

com as mãos na terra


O truque do limão, ensinado pela Z., é deveras eficaz. Se não tivesse experimentado não acreditava. Basta esfregar bem as mãos com limão e ...

25 de junho de 2010

a nossa maior riqueza


Hoje o dia acordou nublado. A manhã foi passada a colocar algumas coisas em ordem. Logo cedo foi buscar feno ao Sr. António para o próximo Outono/Inverno. Outra, separar sementes para começar a semear novamente, agora que estamos a entrar em quarto minguante; outra ainda, acarinhar a nossa maior riqueza, sementes que temos vindo a recolher de outros anos.

23 de junho de 2010

e o dia acabou assim


Um belo jantar acompanhado de alface, cebola e hortelã da horta (o tomate ainda cresce). De sobremesa uma delicia de queijo fresco com compota de ameixa feita pela minha mãe. Um doce como só as mães sabem fazer. Mas, como nem tudo são rosas, os vampiros (agora outros) andam a rondar tentando apagar as cores com que queremos pintar a nossa vida.

de rosto colado ao chão


Na linha de cenouras e feijão rasteiro., de rosto colado ao chão, olhos-nos-olhos com um escaravelho.

milho, uma das três irmãs


[actualização de 23.04.10]
A primeira maçaroca.


Quase todos os outros pés estão assim, floridos.

explorando o milho


Insecto numa folha de milho.

três irmãs


[actualização de 18.06.10]
Com o bom tempo que tem feito e regas copiosas as três irmãs, milho, abóbora hokaido e feijão de sete anos, crescem quase de um dia para o outro

22 de junho de 2010

um novo habitante


Sobre uma folha de beterraba. Já temos visto outros da mesma família, mais parecendo escudos africanos e com desenhos lindíssimos. A identificação dos insectos do Trumbuctário continua à espera de um tempo que teima em não vir. Preguiça.