3 de julho de 2010

tomate cereja e catacuzes


O tomate cereja nasceu por ele, no mesmo sitio em que foi semeado o ano passado. Alguns pés ficaram, outros foram transplantados para outro local. No meio, flores também elas do ano passado e maravilhas de que não me lembro ter semeado.

Junto dos tomateiros um catacuz prestes a largar semente.

a sementeira continua


Os trabalhos têm sido muitos e pouco tempo resta para os registos no diário. Temos uma praga de escalracho indescritível. O terreno está completamente minado e a única forma que conheço para o controlar é cavar, e mesmo assim é tarefa quase inglória. Um dia destes escrevo um post sobre isto, para quem não sabe o que significa ter esta erva na terra. Para poder fazer esta cama tivemos de limpar toda a parcela de terra onde ela está e ambos os lados. Mesmo com o cartão no solo e a palha o escalracho brota, fura tudo, estende-se formando uma rede por todo o solo.

1 de julho de 2010

feira do mirtilo 2010


Por indicação do Joba, do lugar nunca pensei, uma feira onde eu gostaria muito de ir. Para não falar de revisitar Sever do Vouga, terra que gostei muito de conhecer, a caminho de Montesinho, e onde se come muito bem.

30 de junho de 2010

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Chegou hoje a notícia. O Trumbuctu é oficialmente uma marca registada. Esperamos, depois deste primeiro passo, que tudo se conjugue de forma a realizarmos os nossos pequenos projectos e prosseguir esta viagem maravilhosa que tem sido tratar da Terra.

29 de junho de 2010

sapo de unha negra


Pelobates cultripes

Graças à ajuda do Vasco Flores Cruz, autor do blogue Anfíbios & Répteis de Portugal, foi possível identificar este habitante do "lago", trata-se de um sapo de unha negra (Pelobates cultripes). Vi várias imagens mas algumas diferem tanto entre si que fiquei com dúvidas, além de não ser entendida no assunto.

Mais informação aqui, aqui e aqui.

com as mãos na terra


O truque do limão, ensinado pela Z., é deveras eficaz. Se não tivesse experimentado não acreditava. Basta esfregar bem as mãos com limão e ...

25 de junho de 2010

a nossa maior riqueza


Hoje o dia acordou nublado. A manhã foi passada a colocar algumas coisas em ordem. Logo cedo foi buscar feno ao Sr. António para o próximo Outono/Inverno. Outra, separar sementes para começar a semear novamente, agora que estamos a entrar em quarto minguante; outra ainda, acarinhar a nossa maior riqueza, sementes que temos vindo a recolher de outros anos.

23 de junho de 2010

e o dia acabou assim


Um belo jantar acompanhado de alface, cebola e hortelã da horta (o tomate ainda cresce). De sobremesa uma delicia de queijo fresco com compota de ameixa feita pela minha mãe. Um doce como só as mães sabem fazer. Mas, como nem tudo são rosas, os vampiros (agora outros) andam a rondar tentando apagar as cores com que queremos pintar a nossa vida.

de rosto colado ao chão


Na linha de cenouras e feijão rasteiro., de rosto colado ao chão, olhos-nos-olhos com um escaravelho.