22 de julho de 2010

Quando a última árvore tiver caído


Quando a última árvore tiver caído,
    quando o último rio tiver secado,
    quando o último peixe for pescado,
    vocês vão entender que o dinheiro não se come.

                                                    (Provérbio índio)

20 de julho de 2010

grilo


É o que me parece que seja, por comparação com os grilos comuns como os que encontramos na horta (Gryllus campestris) ou em casa (Acheta domestica); longas antenas, dois espigões na zona traseira, forma das patas - as traseiras com presença de uma espécie de serrilha), locomoção por saltos e felizmente não cantam pois só os encontro dentro de casa. Nestas deambulações dentro de casa, pela hora do calor, também encontrei um outro grilo, da famila dos Tettigoniidae, a mudar a "pele" que ainda jaz na ombreira da porta.

Inicialmente julguei ser um gafanhoto, por causa dos saltos, mas percebi agora que os grilos pertencem à mesma ordem, Orthoptera, que os gafanhotos.

Nota: a terminar de escrever e um dos grilos começa a cantar. Há vários dias que os vejo mas sempre em silêncio. Vou apanhá-lo para poder dormir. Boa noite.

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Aparentemente morto, quando peguei nele começou a rodar a parte dos anéis, cabeça (?), como um fuso ou broca. Encontrei-o dentro de uma caixa com cordas quando arrumava a casa das ferramentas.
Não faço ideia de que insecto (larva) se trata.

19 de julho de 2010

óleo de neem

Angry face
Árvore de Neem (Azadirachta indica), fotografia ©  Dinesh Valke

Lembram-se do habitante mais temido da horta? O repelente que tenho usado e o único que se mostrou verdadeiramente eficaz é, além de muito caro, nocivo para organismos aquáticos. Mosquitos, verão, praia, piscina ... Pois é, depois da E. me ter falado da árvore de Neem, no ano passado, andei a fazer pesquisas e a procurar onde poderia encontrar, em Portugal, quem vendesse óleo de Neem com as características que procurava:

14 de julho de 2010

'jardins de água'



Os 'jardins de água', assim chamados por recolherem a água da chuva dos edifícios, são concebidos para reter, filtrar e absorver essa água e diferem dos jardins convencionais pelo uso de plantas perenes, preferencialmente nativas da região. Estes jardins são particularmente interessantes em cidades, pois devido ao excesso de asfalto e betão a água da chuva tem mais dificuldade em infiltrar-se e em chegar aos rios ou aos lençóis freáticos. As plantas, depois de estabelecidas, não necessitam de rega e são menos atreitas a doenças.

A importância dos 'jardins de água':

- aumentam em cerca 30% a infiltração da água da chuva quando comparados com jardins convencionais de igual tamanho
- diminuem a probabilidade de inundações e problemas de drenagem
- ajudam a proteger os rios e lagos de poluentes trazidos por águas pluviais urbanas
- providenciam habitats para pássaros, borboletas e outros insectos benéficos
- proporcionam beleza ao olhar

Como fazer um 'jardim de chuva'?

Rain Garden Manual (em inglês).
Para quem não lê inglês pode ver aqui, a titulo de exemplo, ou pesquisar na net por 'jardins de água'.

Na Flora Digital de Portugal Ilustrada poderão encontrar inúmeras espécies nativas do nosso país.

13 de julho de 2010

Zélia Sakai

Em tempos, quando o Lugar ao Sul ainda existia, ouvi uma entrevista de Rafael Correia com Zélia Sakai, uma conceituada conhecedora de plantas aromáticas e medicinais e autora de vários livros sobre o mesmo tema. Há dias cruzei-me novamente com o seu nome quando procurava informações sobre o pilriteiro. Encontrei o que procurava e muito mais ... informação preciosa sobre plantas aromáticas e medicinais da mesma autora.

Para quem tem interesse em aprender: Plantas Medicinais - Riqueza Natural e Plantas Medicinais na Saúde e na Beleza.

Nota: A Antena 1 para além de não se limitar a retirar do ar o Lugar ao Sul, programa de rádio de uma imensa riqueza humana, retirou igualmente todas as edições online outrora disponibilizadas. "Brilhante!", é mesmo o que se pretende de uma estação de rádio, ainda por cima pública.