
Quando pensamos em ter árvores de fruto que nos possam presentear durante a maior parte do ano vejo que é tarefa árdua. Os figos vieram no inicio de Setembro e nem ao fim dele chegaram, pelas chuvas que vieram; os dióspiros (a árvore também é pequenina) foi questão de dias, com boa vontade umas duas semanas. E agora? O que se segue?
Ah, mas tenho uma boa novidade. Arranjei maçãs Riscadinha de Setúbal, de cultura verdadeiramente biológica, isto é, o quase total abandono. No próximo ano vou experimentar plantar porque destas árvores semente que cai ao chão faz-se árvore também. Isto dito pelo arrendatário do terreno.
Já não sei se o tempo passa rápido ou se sou eu que ando distraída.
(♥)
Paula