18 de dezembro de 2013

calendula arvensis



Uma descoberta maravilhosa, literalmente. Maravilha silvestre - Calendula arvensis - descoberta no Mercado de Natal Amigo da Terra, em Almada, onde estive presente com o Grão da Terra.

Foi no 'stand' (1ª foto) da Quinta da Parreirinha que a vi e logo o meu olhar recuou no tempo, à memória de já ter visto aquela flor. Aquele cantinho* foi a minha perdição. Passei horas, de longe, a olhar e a deleitar o meu imaginário.

O campo está agora cheio destas Maravilhas. O cheiro é inconfundível, igual ao da Calendula officinalis, e as propriedades são inúmeras. As folhas, ricas em minerais e vitaminas são semelhantes, em valor nutricional, ao Dente de Leão - Taraxacum officinale.

Consulta adicional:
Jardim Botânico da UTAD
PFAF

* Por detrás daquele 'cantinho' está um imenso saber e um trabalho de anos. Muitos, de certeza!
(♥) Paula

2 de dezembro de 2013

invasoras


(...)
Saiu hoje no Jornal de Notícias a nona planta invasora em Portugal: erva-da-fortuna (Tradescantia fluminensis). (...)

via Espécies Invasoras em Portugal

(♥) Paula

27 de novembro de 2013

Churra Galega Mirandesa


Meadas de lã de ovelha Churra Galega Mirandesa, raça autóctone em vias de extinção. O fio é artesanal, inteiramente fiado e torcido à mão, e por isso mesmo não é possível comprar em grandes quantidades - como os sabonetes, sempre em pequenos lotes.

Meadas prontas a enrolar em forma de novelo para criar as luvas de banho colecção Ovelha Negra. Especialmente para o seu sabonete Grão da Terra.

A cor é inteiramente natural, não tendo sido o fio sujeito a qualquer processo de tintura.

E afinal também é disso que se trata quando falamos de artesanal, quantidades reduzidas, pequenos lotes. Longe do excesso, do desperdício, da massificação, num respeito pausado pelo tempo que um fio demora a tecer, pelo tempo que um sabonete demora a curar para se poder usar.

(♥) Paula

22 de novembro de 2013

escaravelho das palmeiras



Escaravelho vermelho (Rhynchophorus ferrugineus). Apesar de bonito é uma espécie que se tornou uma praga em Portugal, e não só. Também já chegou aqui. Telefonámos à Câmara Municipal para avisar e a resposta foi surpreendente, pela negativa: "Tem de cortar a árvore e eliminar os bichos", sem qualquer intervenção camarária de forma a limitar a propagação. Em Lisboa a Câmara enviou de imediato uma 'brigada especial' para tomar as devidas providências.

Até a Wikipédia refere, a negrito:
"Em Portugal, caso detecte algum sinal de infestação, contacte imediatamente a Direcção Geral de Agricultura e Pescas da sua região (ver contactos)"

No meio de tudo isto o pobre escaravelho (eu sei, anda a destruir centenas de palmeiras) só tem a sua população fora de controlo porque não tem predadores, aqui claro!

Paula

10 de novembro de 2013

luffas


Luffas! Esponjas vegetais. As primeiras a secarem, penso eu por serem as mais pequenas. As outras, de tamanho considerável, ainda estão verdes para serem colhidas. Preciso de ler um pouco sobre elas para perceber exactamente como e quando é feita a colheita.

As sementes originais são de uma associação, agora não me lembro o nome, para onde terei de enviar sementes das que cultivei.

(♥) Paula

20 de outubro de 2013

e vocês?


RESGATE DE CÃES RAÇA BEAGLE NO INSTITUTO ROYAL -18/10/2013
E vocês? Depois de notícias destas, de tantas outras que ficam por saber, continuarão a fechar os olhos aos rótulos dos cosméticos que compram, pactuando com a perpetuação do sofrimento de tantos animais?

Grandes activistas!!!

Lista de empresas que NÃO testam em animais aqui. (pdf)
Lista de empresas que TESTAM em animais aqui. (pdf)

Paula

16 de outubro de 2013

da passagem do tempo


Quando pensamos em ter árvores de fruto que nos possam presentear durante a maior parte do ano vejo que é tarefa árdua. Os figos vieram no inicio de Setembro e nem ao fim dele chegaram, pelas chuvas que vieram; os dióspiros (a árvore também é pequenina) foi questão de dias, com boa vontade umas duas semanas. E agora? O que se segue?

Ah, mas tenho uma boa novidade. Arranjei maçãs Riscadinha de Setúbal, de cultura verdadeiramente biológica, isto é, o quase total abandono. No próximo ano vou experimentar plantar porque destas árvores semente que cai ao chão faz-se árvore também. Isto dito pelo arrendatário do terreno.

Já não sei se o tempo passa rápido ou se sou eu que ando distraída.

(♥) Paula

14 de outubro de 2013

tantas coisas, e às vezes parece tão pouco






Mais uma tigela de araçás, e há mais a amadurecer.
Lúcia-lima (Aloysia citrodora) e erva príncipe (Cymbopogon citratus) acabadas de colher; para fazer óleo macerado.
Testando aromas com óleos essenciais.
Óleo de cedro macerado artesanalmente, a frio.
Feito hoje, um lote de sabão de alfazema.

Paula