13 de junho de 2015

da generosidade da Natureza


Um fruto lindo, tropical, mas não sei o que é. O sabor fica entre o doce e a especiaria.
Mirtilos, ainda em vaso ...
Damascos, o primeiro ano que dá fruto.
Araçás, a frutificar pela segunda vez. A primeira foi em Fevereiro.

Todas estas árvores/arbusto foram plantadas há cerca de três anos, excepto os Mirtilos que, coitados, continuam no vaso (nesse ano plantei umas dezasseis árvores). E já comemos nêsperas, laranjas, ameixas e araçás. E o melhor de tudo é apetecer-nos fruta e ela estar à distância de um braço.

A Natureza pode ser mesmo muito generosa.

12 de maio de 2015

impressão com flores e plantas frescas

Uma recente descoberta, com plantas e ervas da horta. Não vou longe para as colher. Experimento com o que tenho, descobertas surpreendentes ... as experiências são para o Grão da Terra, que tem sempre como suporte o Trumbuctu. Faço experiências de cor e aprendo sobre novas ervas seguindo uma técnica cuja precursora é India Flint. Foi depois de a ter descoberto que conheci a Barbara Faber (artesã de arte em feltro), que me ensinou os primeiros passos (onde estou), me mostrou novas plantas e me abriu as portas para um imenso mundo maravilhoso. Um outro mundo das plantas que eu já tinha aflorado aqui em 2007.

Paula

11 de maio de 2015

upa

Porque foi nesta horta, do Trumbuctu, que nasceu Grão da Terra e a ela lhe deve o nome, não poderia deixar de partilhar aqui neste lugar tão especial esta conquista.

Paula

21 de abril de 2015

nasceram ontem





Distracções ... ou melhor, o ninho desta galinha tenho sempre mais dificuldade em descobrir. Quando percebi já era tarde demais e Beldroega já estava no choco há dias. Andam livres e por isso sou eu que tenho de fazer o controlo para que a família não cresça. Estão agora no galinheiro, a mãe e os pintainhos, até terem tamanho para seguir o seu destino. Ou a mãe vai com eles e depois daqui a um mês voltará (ainda não sei como vou fazer).

Paula

24 de março de 2015

feltragem de lã


E que coisas maravilhosas se fazem feltrando lã.
Foi num workshop que fiz há dias, com Barbara Faber - uma artesã de arte em feltro. As flores são uma Íris e uma Papoila nascida de um acaso. Tudo feltrado com o meu sabão.

Deixa-me feliz poder entrelaçar ofícios.

Paula

8 de março de 2015

piro-gravador


Primeira experiência com o novo piro-gravador. Acho que desde a minha adolescência não trabalhava com uma coisa destas. Tem imensas pontas substituíveis o que permite diferentes tipos de traço.

A base foi o que sobrou do wc seco, já lá vão quase quatro anos sempre a funcionar, e o grão nem sabia que ia nascer - no centro um sabão com dois anos ainda em perfeito estado. Há quase quatro anos este bocado de madeira por aqui andava; eu sabia que haveria de fazer alguma coisa com ele pela forma do corte que o tico-tico deixou.

Os ciclos fecham-se, no bom sentido, e foi sempre isso que quis. Reduzir o mais possível o 'desperdício' das actividades do dia-a-dia. O grão nasce da terra e para ela volta, num ciclo infinito de transformação.

Paula