15 de agosto de 2015

quando os lobos foram reintroduzidos em Yellowstone


Espantoso o que acontece quando 'deixamos' a Natureza seguir o seu curso natural - ou como os lobos podem mudar o curso dos rios. O Homem, a maior parte das vezes devia estar quieto, a observar.

Paula

à janela...


À janela ... pano impresso com plantas e pétalas frescas.
Esta casa tem uma luz linda ao fim da tarde.

Paula

5 de agosto de 2015

à procura da cor


As plantas, a semente, ver nascer, colher ... isso é realmente o que me fascina. Como a natureza se auto-renova, se adapta, flui.

À procura da cor,  com plantas. Perceber o que elas podem oferecer e extrapolar para o sabão; o vermelho já descobri, falta-me fazer o teste. Ou como a lã e o sabão se cruzam muito para além do que o segundo faz à primeira: o feltro.

Barbaritas (Barbara Faber) e Grão da Terra.

30 de julho de 2015

Camané partiu



Camané partiu hoje, às garras de um qualquer animal. De vez em quando aqui é assim ... sobraram algumas penas brancas lá no fundo do terreno.
Viveu feliz e livre durante quatro anos mas eu não voltarei a ter um galo assim, especial.

Paula

22 de julho de 2015

impressão com plantas

Depois duma primeira experiência bem sucedida veio a frustração. Ou porque o tecido era diferente, ou a preparação dele foi mal feita, ou porque as plantas eram outras, ou porque ... enfim. Muito a aprender e experimentar. A primeira experiência foi sorte de principiante.

Esta é uma nova forma de aprender sobre plantas e ervas e aprofundar conhecimentos, ao mesmo tempo que percebo o comportamento da cor e de que forma a posso transpor para o sabão. E com esta pequenina estrada percorrida penso ter descoberto o vermelho e o rosa.

Paula

19 de julho de 2015

uma descoberta maravilhosa (?)


De Corte Sines para Sines. Na costa Alentejana é aqui o único ponto onde foi avistada, em 2009, segundo a Flora-On. E agora em 2015, por mim, em matagal e pinhal. Helichrysum stocheas - Macela, Marcela, Perpétua-das-areias (os nomes vulgares geram muita confusão na identificação de outras plantas semelhantes).

Foi quando andava a colher ervas para impressão em panos que olhei e, de repente, a vi. Já muito seca mas ainda com as suas flores que parecem de papel. Em quase nove anos foi a primeira vez que vi. Discreta no meio do mato, brilhante e singela como só ela sabe ser.

Paula

PS - Ainda assim, com quase certeza de se tratar da mesma espécie, se algum botânico por aqui passar e quiser confirmar fico agradecida.

13 de junho de 2015

da generosidade da Natureza


Um fruto lindo, tropical, mas não sei o que é. O sabor fica entre o doce e a especiaria.
Mirtilos, ainda em vaso ...
Damascos, o primeiro ano que dá fruto.
Araçás, a frutificar pela segunda vez. A primeira foi em Fevereiro.

Todas estas árvores/arbusto foram plantadas há cerca de três anos, excepto os Mirtilos que, coitados, continuam no vaso (nesse ano plantei umas dezasseis árvores). E já comemos nêsperas, laranjas, ameixas e araçás. E o melhor de tudo é apetecer-nos fruta e ela estar à distância de um braço.

A Natureza pode ser mesmo muito generosa.

12 de maio de 2015

impressão com flores e plantas frescas

Uma recente descoberta, com plantas e ervas da horta. Não vou longe para as colher. Experimento com o que tenho, descobertas surpreendentes ... as experiências são para o Grão da Terra, que tem sempre como suporte o Trumbuctu. Faço experiências de cor e aprendo sobre novas ervas seguindo uma técnica cuja precursora é India Flint. Foi depois de a ter descoberto que conheci a Barbara Faber (artesã de arte em feltro), que me ensinou os primeiros passos (onde estou), me mostrou novas plantas e me abriu as portas para um imenso mundo maravilhoso. Um outro mundo das plantas que eu já tinha aflorado aqui em 2007.

Paula