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13 de maio de 2014

são rosas


São rosas, rosas de Santa Teresinha (cultivar Cecile Brunner). São lindas e delas emana um doce perfume, que envolve e me traz à lembrança a minha avó. Não sei de onde vieram; sei que a minha mãe sempre teve rosas nos seus jardins, e a mãe dela também. Ainda hoje há um jardim com rosas da minha avó.

Delas tirei as pétalas, agora ali a secar e a perfumar a casa. Neste momento respiro esse perfume.

Transplantámos, em Março, um pé desta roseira, já emaranhado em jasmim e outros arbustos. Ficou junto daquilo que um dia será um telheiro, para o cobrir durante todo o ano e nesta altura dizer-nos que a Primavera existe.

Paula

9 de janeiro de 2012

flores ❀ e frutos☌




frutos☌
8/01 até às 18h
Continuando a seguir o calendário biodinâmico de Maria Thun ontem, dia de frutos especialmente favorável, colhemos as batatas semeadas fora de época, em finais de Outubro. Foram colhidas cedo demais, precisavam de mais quinze dias a um mês na terra, mas tive receio das fortes geadas que se têm feito sentir; mesmo estando cobertas já começavam a apresentar sinais disso. Um canteirito ainda deu uma tigela cheia.

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flores ❀ 
9/01 até às 20h
Hoje foi dia de flores e estivemos a fazer podas de alfazema que a Z. nos deu. É com esta alfazema que faço o óleo pois é particularmente aromática. Cortam-se estacas com cerca de vinte centímetros de comprimentos e  uma dois de diâmetro. Eu experimento também com ramos um pouco mais grossos e com e sem folhas.

Os resíduos, dos cortes e de limpeza do terreno, já não se queimam. São todos aproveitados para fazer camas hortícolas elevadas (raised beds) ou para espalhar pela terra.

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folhas ❧
10 e 11 até às 9h 
O trabalho para amanhã será começar o viveiro dos legumes de folha na estufa.

20 de dezembro de 2011

vala em curva de nível (swale)





Finalmente pronta! Não está feita exactamente como os vários esquemas consultados mas para uma primeira vez acho que posso estar contente, vai cumprir a função: linha estruturante para a futura horta permanente. Irei fazer as camas seguindo o contorno da vala e segundo linhas com pontos também à mesma cota. Ao requisito principal obedeceu, feita através de pontos marcados à mesma cota com este instrumento, embora devesse ter ficado um pouco mais larga (já não tinha braços para mais). Já mostrei aqui uma vala destas onde, pelas características de inclinação acentuada do terreno, se pode observar um melhor resultado. Nesse post explico um pouco também sobre o porquê deste tipo de intervenção no terreno.

Plantei cerca de dezoito árvores entre ameixoeiras brancas, pessegueiros, uma pitangueira, um araçá, um loureiro, dois sobreiros e uma azinheira; transplantei uma nogueira, os mirtilos e, noutra zona, mais citrinos. Nos combros e a oeste (direita) tremocilha, ervilhaca, algumas favas e ervilha palha. Se os cães deixarem, andam malucos com a vala, daqui a um mês a paisagem estará bem diferente.

PS- A primeira e última fotografia foram tiradas de lados opostos relativamente às outras duas.

31 de março de 2011

carqueja em flor



Carqueja (Pterospartum tridentatum


Tojo-arnal-do-litoral (Ulex europaeus)


Tojo e carqueja

Ontem fomos dar um passeio pelo pinhal e apanhar carqueja (Pterospartum tridentatum) para chá. É uma planta característica da Península Ibérica e da Região Macronésica (Arquipélagos dos Açores, Madeira, Selvagens, Canárias e Cabo Verde) e floresce de Março a Julho. Forma arbustos com cerca de um metro de altura e era, antigamente utilizada como acendalha. Confunde-se facilmente com esta espécie de tojo (Ulex europaeus), comum nos pinhais e igualmente de flores amarelas que florescem de Fevereiro a Junho. Aliás, na primeira foto coloquei um ramo de tojo dificilmente perceptível, pelo menos a um primeiro olhar.

As flores, secas, utilizam-se em infusão e os ramos na culinária, como o tão famoso arroz de carqueja que provámos em Gouveia, a caminho de Montesinho. A infusão é indicada para problemas digestivos, vesícula e fígado. Contra-indicações: propriedades hipotensoras e hipoglicemiantes.

27 de março de 2011

mirtilos e morangos




[actualização de 26.02.2011]
A vedação feita com paletes de madeira, em zig-zag, proporciona canteiros versáteis e muito úteis. Os mirtilos ficaram em dois deles juntamente com alguns pés de morango. Ambos gostam de solos com boa drenagem, ricos em matéria orgânica e ligeiramente ácidos -  colocámos mulch de casca de pinheiro. Estão virados a Sul para receberem o maior número de horas de sol na companhia de um pé de tomateiro que por lá nasceu.

26 de fevereiro de 2011

mirtilos


[actualização de 13.02.2011]
Primeiro ano de mirtilos. Está na hora de retirar as flores para que a planta ganhe vigor garantindo assim uma melhor produção, daqui a dois anos e daí em diante.

13 de fevereiro de 2011

misty e sharpblue


Misty, flor/botão

Os mirtilos finalmente chegaram ao Trumbuctu, as cultivares Misty e Sharpblue. Estas espécies de mirtilos não precisam de muitas horas de frio sendo por isso uma boa opção aqui para o Sul de Portugal.

Continuamos a procurar a cultivar Rabbiteye que, segundo nos informou a produtora de mirtilos, que nos deu estes dois exemplares, é mais indicada para a indústria.

6 de fevereiro de 2011

tamarilhos


Cyphomandra betacea
 
Tamarilho ou tomate arbóreo. É uma espécie arbustiva que se pode tornar numa pequena árvore. Os frutos cheiram a maracujá e são ricos em potássio, vitamina A e C.

As variedades aparentemente conhecidas são as de fruto vermelho e amarelo. O fruto amarelo é mais indicado para preservação devido ao seu sabor mais intenso.

Propagação
Por semente ou por estaca. As plantas nascidas de semente dão árvores mais altas, erectas e ramificadas, ideais para locais mais abrigados do vento; as estacas originam plantas de porte mais baixo, arbustivo, melhor adaptadas a locais ventosos. São plantas que gostam de plena exposição solar, solos ricos e bem drenados.

6 de novembro de 2010

9 de fevereiro de 2010

Mirtilo (Vaccinium virgatum)


Aos viajantes que passam por aqui:
Será que alguém sabe onde poderemos encontrar uma variedade de Mirtilo com o nome cientifico de Vaccinium virgatum? Julgamos que nos Açores é possível encontrar esta espécie. Alô, alguém dos Açores por aí?

Ficaríamos muito gratos.

27 de maio de 2009

Framboeseiros


Foram 3 plantados pela E., num recanto sossegado, com meia sombra e rodeadas por tomilho, poejo, alfazema, arruda, alecrim, capuchinhos e uma passiflora.. Estão lindos e com um aspecto muito viçoso mas iriam enredar-se com a passiflora, que por sua vez também está linda. Entretanto vi, em casa da Z., framboeseiros mas plantados em grandes alguidares, lindos, e pareceu-me uma boa ideia; faz-se melhor o controlo da planta, tanto em crescimento como com pragas. Tudo para que ficassem no mesmo local mas com mais espaço, pois acho sempre preferível deixar que as plantas cresçam naturalmente.

Transplantámos os 3 para vasos grandes, mantendo-os sensivelmente no mesmo local, com estrume de cavalo e alguns pés de tomilhos e poejo. Pareceu-me, pelo aspecto que apresentam, uma boa "consociação". Sei que noutros sítios estão agora a vir os primeiros frutos, por isso a altura para transplante deve ser no Outono. Espero não ter feito asneira, de framboesas não percebo nada.